sábado, 31 de outubro de 2009

OS NOVOS CIGANOS


A Europa foi invadida, desde que a Roménia entrou para a União Europeia, por uma vaga imensa de Tziganes que nunca foram bem vistos no seu próprio país de origem.
O custo da integração foi positivo para a Roménia pois, de um momento para o outro, viu-se livre da "escória" que os atormentava há séculos, e muitíssimo negativo para a Europa que, de repente, se viu a braços com mais um problema de criminalidade mafiosa, exploração das crianças na mendicidade e sobrecarga do Erário Público com a multiplicação dos subsídios de inserção social que os Estados são "obrigados" a contemplar devido às orientações de Bruxelas (igualdade de direitos no Espaço Comum).
Portugal tem uma experiência de 500 anos com os ciganos e, sabemos todos, que NUNCA se conseguiram integrar na cultura do povo que os recebeu.
Estes seus "primos" que agora nos invadiram são idênticos.
Vivem na marginalidade, são igualmente comflituosos e arrogantes, não temendo as forças policiais que, entretanto, nada podem fazer devido às leis permissivas em vigor.
Qual a solução?
Seguir a linha Berlusconi?
Trabalha, paga impostos,fica.
Senão é expulso!!!
Apesar de não concordar com a linha política do líder italiano, acho que esta norma seria muito bem vista pela maioria dos povos europeus que estão, neste momento, a "aturar" esta invasão de indesejados.
Para cúmulo, só nos faltava integrar a Turquia na UE para termos mais 5 milhões de ciganos muçulmanos que lá vivem a circularem livremente por toda a Europa Comunitária!!!
Podemos nós fazer algo? Sim.
Primeiro fazendo ver aos nossos Governos que não estamos dispostos a aceitar mais alargamentos a qualquer custo.
Segundo, "inundando" as polícias com queixas e denúncias sobre os actos ilegais desses novos ciganos.
Até à próxima

1 comentário:

Isabel Victor disse...

Já sabes ...
não estou (não posso estar !) de acordo com estas generalizações, meu amigo. Falámos sobre isso _______________ falamos sobre isso há varios anos. Não concordo, de facto que se ponha tudo no mesmo saco.

Isto faz-me lembrar aquela anedota da experiência com rã: tira uma para, rã salta ____ e a rã saltou. tira a ultima pata ____ e a rã definitivamente, não responde ao comando. Conclusão: rã sem patas não ouve !

Isto é um pouco assim ...
Trata-se de uma realidade complexa, historicamente, com muitas facetas. Tema de muitos aproveitamentos políticos e de muitas especulações.

Há hoje quem trabalhe intensamente a questão cigana, com vista à restituição da dignidade de ciganos e de não-ciganos, pessoas de grande mérito que honram a sua condição (a nossa condição de ser humano)


Um imenso abraço (acutilante, como sempre)



iv*