Este título, em Portugal, é quase uma redundância pois a comunicação que circula é, na sua essência, ignorante!Propositadamente IGNORANTE, visando manter o povo na sua ignorância crónica, de forma a não lhe dar a mínima hipótese de ter pensamentos positivos àcerca do seu presente assim como do seu futuro!
As mentiras despoduradas que fazem circular e que, de tanto repetidas passam a ser "verdades"; as invenções de casos políticos "cozinhados" em gabinetes de advogados visando "entreter" o povo; jornalistas que mais não passam do que simples "jornaleiros" (pessoas pagas à jorna, tarefa) sujeitos a "venderem" as suas "notícias" para manterem o emprego; o vício do "bota-abaixo" nacional dos habituais "opinion-makers"; a ajuda da igreja retrógrada e seus acólitos numa tentativa de regresso ao passado, ajudada por um Papa de raízes não muito Católicas; uma Justiça completamente ABANDALHADA onde os juizes põem em prática vinganças corporativas contra tentativas à melhoria do Sistema; uma Polícia de "mãos-atadas" e desmotivada; etc., etc., etc..
Tudo isto provoca o caos mental a uma população já não muito dada a procurar a raíz dos problemas fundamentais da sua fraca qualidade de vida.
A sanidade psíquica do povo português está permanentemente posta em causa precisamente pelos media, que fazem questão de tratar dela cirurgicamente.
Quem, felizmente, tem acesso aos media internacionais, verifica fàcilmente a disparidade no "modo" de INFORMAR.
Em Portugal, a informação ainda está no "modo" de "bocas-de-café", no boato, no "ouvi-dizer", nas fontes "convenientemente" anónimas...
Neste estado informativo, o que é que os portugueses podem esperar do seu País ou o seu País pode esperar deles?
Até à próxima

1 comentário:
Pois ...
Se puderes, lê isto:
"Portugal está à beira da irrelevância, talvez do desaparecimento"
29 Nov 2009 ... António Barreto, 67 anos, dedica-se hoje a tempo inteiro à presidência da Fundação Francisco Manuel dos Santos, onde estuda Portugal e os portugueses ...
www.ionline.pt/
________________ Vou estar atenta a estes estudos e ao trabalho (observação da realidade portuguesa)desenvolvido sob a direcção critica de António Barreto
Aquele Abraço
iv*
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