Os sentimentos profundos do ser humano são universais, não escolhendo raças nem credos.
A perda de uma MÂE à qual estivemos umbilicalmente unidos desde a nascença, provoca-nos uma dôr e um sentimento de ausência inimaginável.
Dizem e consolámo-nos com a frase feita de que "é a lei da vida"...mas sempre uma "lei" difícil de aceitar!
Apesar da separação ser inevitável, a aceitação desse facto é sempre dolorosa e aí, berramos contra a injustiça divina que nos priva de um ser maravilhoso, ao passo que deixam existir seres execráveis que duram...duram...duram...!!!
Após esta dolorosa perda, quem não recordou de imediato, imagens do acompanhamento da NOSSA MÃE durante a nossa infância e adolescência?
Para nós, aquele AMOR, era um facto adquirido...pensámos sempre que...MÃE NUNCA MORRE, está SEMPRE ALI E DISPONÍVEL...com um raspanete de quando em vez, com uns trocos quando preciso, umas "mèzinhas" numa gripe passageira, arranjando a "poupa" no cabelo numa saída para um baile, orgulhosa no nosso juramento de bandeira, aceitando todas as nossas namoradas...enfim, compreensão que só uma MÂE pode ter pelo seu filho!
Poderia escrever um livro de loas a todas as MÂES do mundo, mas fico-me por aqui pois a MINHA já me está a fazer muita falta e a dar significado profundo à palavra SAUDADE!!!
Até à próxima
segunda-feira, 12 de abril de 2010
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