Temos agora a profunda convicção de que os professores só lutam para não serem avaliados!Realmente, a progressão automática na carreira era muito cómoda e dava os seus frutos na reforma.
Sabemos que na maioria dos casos só vai para professor do ensino público quem não sabe fazer mais nada; é fácil, ganham bem, fazem o que querem devido à propalada "autonomia das escolas", arranjam ganchos no exterior e, ainda por cima, podem dizer mal do "patrão" à vontade que não são despedidos!
Os vencimentos não falham, não há que ter receio de falências nem lock-outs, enfim estão como querem!
O problema chega quando o "patrão" quer fazer umas mudanças no "status quo" e resolve premiar os melhores, obter maior produtividade e optimizar processos para os alunos usofruirem de uma MELHOR aprendizagem isto é, para que o producto final possa ser competitivo a nível internacional.
Aí chegam as greves, os gritos, os ovos, os insultos e os pedidos de demissão do "patrão"!
Ora, acho eu, que qualquer trabalhador que não queira aceitar as directivas patronais tem uma solução simples: DEMITE-SE E MUDA DE EMPREGO!!!
Se todos eles se consideram extremamente competentes, certamente não lhes será difícil encontrar trabalho no ensino privado ou mesmo noutra qualquer profissão.
Mas aí é que lhes falta aquela "fruta pudibunda".....
É fácil berrar quando se tem o cu enxuto!!!
Tenham tino e,
Até à próxima


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